As Garotas Coerentes


Eu voltei... Aqui é meu lugar...

Logo após um longo e tenebroso inverno, repleto de provas, trabalhos e problemas pessoais, eis que, a garota coerente 2, volta ao posto.

Novos assuntos, novas observações...

Até.

Obs: Tsc tsc, Maria... a bota é feinha.



Escrito por Débora às 12h38
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É bonitinha, sim!

Scarfun Boots Loverobot 

 

Mas num contexto Melissa, é claro.



Escrito por Renata às 11h31
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"Nem que o Papa queira!"

E agora que ele morreu, como ficam nossas mães com essa expressão?

Escrito por Renata às 19h34
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Coerente: adjetivo. 1. Em que há coesão, ligação ou adesão recíproca. 2. Que procede com lógica; conseqüente. coerência...

Escrito por Débora às 11h41
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Premeditando o feriado prolongado...

Na faculdade, me perguntam:

- Renata, quem vai vir no sábado assistir aula?

No que eu respondo:

- O Coelhinho da Páscoa e você, oras bolas.



Escrito por Renata às 23h19
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Verminoses

Parasitismo é uma patologia comum. Costuma acontecer em pessoas mais debilitadas. Não é difícil do tratamento, mas é demorado. Exige paciência e muita força de vontade. Vermes espoliam os nutrientes, causam lesões dolorosas, e o tratamento não é como uma gripe, que se toma remédio por uns 3, 4 dias e melhora. Exige tempo. As lesões demoram a sarar. As vezes, só procedimentos cirúrgicos conseguem eliminar o parasita do nosso corpo. Mas, se descobertos, em algum momento da nossa vida, elimina-se e acaba o problema.

Profilaxia: não comer frutas e verduras mal lavados, lavar as mãos, não andar descalço, higiene em geral.

Na vida social é mais ou menos assim. No momento de carência, parasitas se aproximam e nos espoliam. Pelo tempo que for. Até que a gente perceba o mal que eles nos fazem. Depois do parasitismo detectado, procura-se ajuda, com quem for, ou até com a gente mesmo, e acaba tooodo o problema.

E o mais impressionante é que, pela vida, essas pessoas que assumem papel de parasitas, elas sempre se fazem de vítimas. Meio que, para tentar fazer com que o antigo/atual/possível hospedeiro de solidarize e permita a entrada dele, novamente.

Essas pessoas que espoliam a vida alheia, ferem o coração e saem como coitadas, são e sempre serão assim. dependerão da força de alguém pra conseguir alguma coisa. Sozinhas, não são nada. Dependem dos nutrientes do hospedeiros. E assim vão vivendo... num ciclo interminável...

Tenho pena. O hospedeiro é um pobre frágil que por fraqueza permite o parasitismo. O parasita é outro pobre coitado, que sempre vai depender de alguém pra viver.

E assim caminha a humanidade...

Profilaxia: independência, alegria e não acreditar em tudo quando estamos fragilizados.



Escrito por Débora às 12h15
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Débora que me desculpe. Por vezes, acredito que este blog tem me servido como válvula de escape em relação a alguns assuntos que não me descem a garganta. Sei que ela fez um post bonito e com coraçõezinhos saindo do monitor. Mas, como deixei no comentário, estou numa fase anti-social. A Karine também se encontra na mesma situação que eu, e por isso, ela criou um post que não poderia ser postado no blog dela.

Então pedi a ela para postar aqui, já que, além dela própria, ela fala por mim e por toda e qualquer mulher incoerentemente injustiçada.

Segue o post da Ká...

 

As vezes a nossa auto-estima fica tão alta, que achamos que somos lindas, inteligentes, com bom gosto, e com qualidades que não é comum achar em mulheres. Enfim, achamos que somos únicas e que qualquer homem daria o mundo pela gente.

Até que a gente conhece um homem que nos primeiros dias parece demonstrar interesse e passamos a nos sentir femme fatale pensando que conseguimos deixar ele aos nossos pés e isso sem sequer gostar muito dele.

Quando, de repente, o jogo dá uma virada, descobrimos que ele tem namorada ou é perdidamente apaixonado por outra garota. O nosso mundo acaba e a auto-estima fica com saldo negativo. Logo, damos um jeitinho de descobrir quem é essa garota, e vemos que ela não tem muito em comum com ele, não é tão bonita, não tem uma inteligencia extraordinária como a nossa, e suas qualidades são comuns entre as mulheres. É claro que ao pensar isso nós logo notamos que a coisa não estava tão controlada assim, vemos que talvez nós estivessemos gostando dele.

Imediatamente a relação acaba mas nosso mundo desaba, dá um desanimo, achamos que nunca mais iremos achar um homem como aquele e nos lamentamos profundamente pensando se em algum momento nós tivemos a chance de ocupar esse lugar mas deixamos ela passar por causa do falso poder que achavamos que tinhamos.

E quem acaba pagando pelas nossas ilusões, confusões e sensação de poder são os homens. Durante o estado de desintoxicação nós passamos a odia-los profundamente, temos raiva de ver qualquer homem e se passa um casal de namorados na sua frente a vontade é de dar rasteira. A sorte disso tudo é que depois sempre esquecemos, até que aparece outro.



Escrito por Renata às 17h33
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Inebriante sensação...

Não sumi.

Apenas estive um tanto ocupada durante certo período. Fato indiscutível.

Sem assunto, mas pensando em desenvolver um... Digamos, será apenas um ensaio.

Namoro. Esta é a crise de incoerência afetiva maior, vista em todo ser humano que mantém todo e qualquer tipo de relacionamento extra-amizade com alguém do sexo oposto e/ou do mesmo sexo. Embora ninguém seja favorável às incoerências da vida, essa discrepância de razão eu gosto, e muito! Não posso negar: sentimento/sentimentalismo jamais será coerente.

E talvez essa seja a única forma de incoerência que eu aceite numa boa. Não há como negar a beleza da incoerência da paixão...

  • Caso verídico (Maria Renata pode confirmar, conhece a incoerente - porém apaixonada - em questão).

        A menina sempre havia sido de bem com a vida e coerente. Por vezes, careta. Mas, vivia para estudar e se divertir com os amigos. Tinha uma paixão de adolescência que resultara em forte amizade. Não se importava com a falta de apreciadores. Não sentia falta de nada. Um dia conheceu um rapaz, numa dessas saídas com a turma. "Bonito, porém metido...". Sem mais... Tempo depois, mais um encontro ao acaso. Umas cantadas. Um nojo declarado. "Olhe só, pessoa X, a menina q namorar este indivíduo é imbecil... Cantadas toscas e demonstrações de galinhagem irritam".

        O indivíduo em questão, das primeiras vezes que a viu, não deu bola. "Ih, credo... patricinha, metidinha e perua... não é comigo não". Ele queria mais era curtir a vida, embora seus fracos xavecos não o levassem mais a lugar nenhum.

        Neste momento, querido leitor (eu e minhas digressões Machadianas), podemos pensar até que eles eram pessoas coerentes. Até que...

        Muito tempo depois... A paixão tomou conta dos dois. A coerência não participava mais daquelas cabeças. Os "te adoros" e as bobeiras incoerentes tomaram conta dos dois. Demonstração maior que essa? Veja na sua casa. Seus pais. Você e seu namorado(a). Sua prima e o noivo.

        Hoje, fujo do intuito do blog, e, por um momento na vida, digo: "Viva a inebriante sensação que é ser incoerente! Amar é perder a razão. É guardar a coerência atrás do coração!"



Escrito por Débora às 00h13
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"Meu amor, nosso amor / Estava escrito nas estrelas / Tava, sim"

Estava fuçando o profile de uma conhecida, no orkut, quando me deparei com um scrap dizendo que ela iria se casar em 2007. Isso me fez pensar em alguns amigos da minha idade que planejam trocar alianças em breve. O que me assusta nessa história, é que não são poucos, e sim constituem um grupo numeroso.

Acho que eu tenho um problema sério: o desejo de não me casar. Não, eu não quero assinar um papel, não considero o amor uma instituição, nem acho que seja uma forma de mostrar às pessoas que vc ama alguém. Não quero ficar parada feito um dois-de-paus, na frente de um monte de gente, trocando palavras que não cumprirei. É óbvio que eu desejo me compromissar, porque eu tenho certeza que não conseguiria viver sozinha, seria vazio demais para mim.

Mas enfim, deixando um pouco de lado o egocentrismo, eu fico imaginando essas pessoas de 22 a 25 anos, mais ou menos, casadas. Todo mundo tão como eu, tão sem cabeça pra assumir um compromisso de tamanha dimensão, tão sem responsabilidade...

Não sei, discordo, não acho que o simples fato de amar alguém incite vc a se casar rapidamente, de maneira tão desesperadora. Por que será que as pessoas acham que as coisas são fáceis assim?

Tenho comigo que tudo demanda tempo. Não é do dia pra noite. Primeiro, vai o próprio tempo, vc conhece a pessoa, experimenta-a de diversas maneiras, nas situações mais inusitadas: brava, triste, feliz, com dor de barriga... Depois, a estrutura: é viável a vida a dois? Vc tem cabeça para tal? Tem dinheiro (pq infelizmente é necessário)? Não vai ficar para sempre debaixo da asa dos pais, né...

Muitos podem me considerar uma chata. Podem dizer que eu sou exigente, e que eu complico o amor. Mas é uma pena saber que tem gente que confunde o sentimento, acha que o simplifica, quando na realidade, só o banaliza. Assim sendo, neste momento da minha vida, prefiro caminhar sozinha, por mais vazio que isso seja.

PS: Débora?



Escrito por Renata às 15h51
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My precious!

Tem gente que não aceita que um amigo tenha outros amigos. Sabe aquele tipinho que monopoliza? Que você não pode nem chegar do lado do seu amigo que o monopolizador já chega, quase que rosnando como um fiel cão de guarda? É desse que estou falando.

Talvez ela só tenha uma culpa indireta na história. Não que eu queira livrá-la desse peso, mas ela deve ter sofrido algum trauma de infância, por exemplo, na escolinha nunca ninguém deixava ela ser uma das Paquitas na hora de cantar "Quem Quer Pão", e então age dessa maneira.

Enfim, o perigo da amizade passa a ter proporções maiores e vira quase que psicopata, quando a pessoa entra de cabeça na vida do amigo e passa a querer tomar conta dela.

O mais chato da história é ver que o seu amigo não percebe isso, e, devido ao monopólio, vai se afastando de você. Daí vcs deixam de se ver, e quando, por força do destino, calha de vcs se falarem, o seu camarada solta uma frase do tipo, "ah, mas sobre isso, o Beltrano acha que..."

Daí, já era. Esquece. Dê um tempo. Garanto: o camarada volta, cabisbaixo, mas volta. E fica a lição.



Escrito por Renata às 01h16
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Coerência, ainda que tardia!

As pessoas, hoje em dia, fazem questão de fingir total e completa falta de noção. Isso é irritante. Diria que, hoje em dia, as pessoas podem ser comparadas aos eleitores de pára-quedas do Lula. Arrependem-se do voto intimamente, mas não externam isso pra ninguém. Expressam unicamente a idéia incoerente que as levou ao voto obscuro. (Nossa... baixou Diogo Mainardi aqui!)

Por motivos assim, Maria Renata (que já me apresentou) teve a idéia, a qual acatei de imediato, de expor os podres da incoerência humana, vistos sob nosso ponto de vista, claro, coerente. Não queremos causas problemas. Queremos apenas, expor. Política, religião, futebol, ensino, relacionamentos... em tudo há incoerência.

Há casos que merecem posts inteiros e integralmente contados, mas alguns servem de ilustração. Exemplar pequeno para imaginar o blog. Algo como o que me aconteceu essa semana. Uma amiga de faculdade - a qual, por coerência e ética não deve ser nomeada - me perguntou onde eu estava fazendo musculação. Eu, prontamente, respondi "no Clube de Campo". E ela soltou a ilústre..."Mas lá é divertido?"... Eu, seca e coerente, respondo: "Definitivamente, não costumo puxar ferro pra dar risada." Ainda recebi o seguinte elogio, da minha progenitora: vc é grossa.

Coerência, ainda que tardia!!!



Escrito por Débora às 00h54
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Apêndice coerente

Pronto.

Está feito, acho que agora não tem mais jeito.

Mas, em tempo: deixe-me explicar a idéia deste blog.

Primeiramente, a Débora (que não tarda a chegar aqui) e eu, somos donas de inacabáveis discussões sobre o comportamento humano. Dentro dos mais variados assuntos, analisamos a situação e os perfis, e tiramos nossas conclusões, logicamente, coerentes. Aliás, falta de coerência nas pessoas é o que mais nos espanta.

Assim sendo, após uma de nossas tantas discussões, tivemos a idéia de transportá-las a um blog e levar ao público a nossa opinião que, ao menos, tenta ser coerente.

Então, aqui começamos a nossa coerente "blogagem"!



Escrito por Renata às 18h43
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:: Srta. Renata
BRASIL, Mulher, Publicitária, designer e coerente.
Histórico
  11/09/2005 a 17/09/2005


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